domingo, 9 de janeiro de 2011

Mais um que seja...

Fiquei devendo conteúdo novo no blog, poré, agora, ou melhor, hoje postarei 2 vezes para compensar minha breve ausência. Meio que me ausentei para resolver algumas pendências, desenvolver melhor e mergulhar mais de cabeça em minhas idéias e me concentrar melhor para conseguir meu objetivo principal no ano como escritor, que é um lançamento futuro de um livro. Neste post darei continuidade a saciar a minha vontade em corpartilhar com vocês meu gosto musical, espero que curtam, escolho as músicas meio que em sintonia com meus escritos em cada post, e acredito que neste não será diferente. Pois então, a música dessa vez é Giz, do Legião Urbana, obra essa que por diversas vezes Renato Russo disse ser sua favorita, por remeter a sua própria infância e a saudosismos do passado, creio ser esse um desejo sempre vivo em nós, de saudar e lembrar com alegria do passado e sempre que puder homenagia-lo, seja recordando com alegria o que passou, ligando para algum amigo que participou delas e rir de tudo isso, escrevendo ou compondo algo a respeito ou enfim, seja de que maneira for, seja a mais intíma ou mais popular, pública ou particular, ortodoxa ou exótica, o importante é nunca se esquecer que ser saudosista com o passado, é ter certeza de quem realmente és e que tudo o que foi vivido, sempre fará parte de você, que jamais se dissociará de você, ninguém nessa vida será capaz de te roubar ou comprar suas lembranças, portanto guarde-as com respeito e honra e compartilhe com seus verdadeiros amigos, somente eles entenderam o real sentimento delas e serão capazes de viver coisas parecidas contigo. As poesias desse post falam justamente das boas saudades da vida, de como é bom lembra-las, tenho certeza que muitos amigos/as e antigos amores verão e saberão do que se trata e poderão se emocionar e curtir tanto quanto eu ao esrever tais obras:


Giz - Legião Urbana

E mesmo sem te ver
Acho até que estou indo bem
Só apareço, por assim dizer
Quando convém aparecer
Ou quando quero
Quando quero
Desenho toda a calçada
Acaba o giz, tem tijolo de construção
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Quero que saibas que me lembro
Queria até que pudesses me ver
És parte ainda do que me faz forte
E, pra ser honesto,
Só um pouquinho infeliz...
Mas tudo bem
Tudo bem, tudo bem... (2x)
Lá vem, lá vem, lá vem
De novo...
Acho que estou gostando de alguém
E é de ti que não me esquecerei
(Quando quero....
Quando quero...
Quando quero...
Eu rabisco o sol que a chuva apagou...
Acho que estou gostando de alguém...)

Feliz idade

Procuro pelos rostos imberbes
Daqueles que um dia o tempo me ajudou a encontrar
Eu sei, não diga-me, o que eu deva esperar
Quando o primeiro gole insone tu bebes


Farei o impossível em busca do riso apaixonado.
Para que eu sempre possa estar ao seu lado!
Rir da vida e ir em busca de um pobre poeta...
Que irá seja que dia for, falará de sentimentos como um sábio profeta!


Profetas, esses jamais serão donos absolutos da verdade!
Somente indicarão um caminho seu para a felicidade.
Aliás que significado devo dar a felicidade?!
Senão um eterno compromisso com a saudade!


Saudosismo que embala qualquer jovem coração,
que busca em cada dia nova inspiração.
Rumos, escolhas em vida a seguir...
Sejam quais forem os amores ou amigos que por vir.


Muitas são as menções que faço a saudade, felicidade.
Entretanto, nenhuma dirá com total certeza...
Seja qual for minha intenção com clareza,
que ambas, assim como meu coração.
Ficarão eternamente para a posteridade.


Pedruba Guedes


Perdidos, frias e escuros

Muitos são os heróis, desapercebidos serão os seus feitos!
Incalculáveis foram os caminhos que por eles foram aceitos...
Sobriedade, nunca esteve em suas escolhas,
seguidos por seus instintos, ao nascer de cada dia.


Em cada jornada um amor, elo perdido.
Poucas vezes lembrados com lágrimas ou pesar,
pois serão sempre iguais a vitórias em jogos de sinuca...
Consideradas tempo perdido, nunca!


Várias foram as provações por entre noites frias...
Porém lembro-me que estavas sempre ao meu lado e insistias:
-Siga com honra e estima entre amigos, que de frio jamais tombarás!


Por bares escuros a marcha enfim ia passando e insistia!
Seja como estiver a noite, quente ou fria...
Um brinde eterno restará entre meus amigos, sinceros guias!


Pedruba Guedes


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